“Onde vivem os monstros” e “Divertida Mente”

Não sou muito de indicar filmes nem escrever resenhas sobre eles, mas hoje vou comentar brevemente dois títulos que merecem destaque.

No ano passado, voltando de uma viagem de avião, tive a oportunidade de assistir a “Divertida Mente” (Inside Out), longa metragem de animação lançado no Brasil em Junho de 2015. Pulando a decepção que senti ao selecionar a dublagem e me deparar com personagens carregados com o sotaque de “Português de Portugal”, minha impressão não poderia ter sido melhor.

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O filme busca trabalhar nossas emoções de uma forma divertida, representando-as como personagens que vivem dentro de nossas cabeças. Num ritmo típico de repartição, Alegria, Medo, Raiva, “Nojinho” e Tristeza convivem como bons colegas de trabalho, entre o amor e o ódio, quando a vida de uma garota de 11 anos de idade chamada Riley começa a mudar.

Para crianças ou adultos, “Divertida Mente” é uma animação inteligente e muito engraçada, com destaque para a Tristeza, que tem de ser literalmente carregada ou arrastada diversas vezes. Afinal, ela é essencial. Recomendo.

Já nos últimos dias, assisti a um filme que já constava na minha lista de desejos há bastante tempo: Onde Vivem Os Monstros” (Where The Wild Things Are), lançado no Brasil em Janeiro de 2010. Cheio de simbolismos e uma fotografia maravilhosa, o título pode entrar naquela categoria de “filmes cabeça”, ou “pouco usuais”.

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O filme é uma adaptação do livro infantil de mesmo nome escrito por Maurice Sendak e conta a história de um menino de nove anos de idade que tem uma imaginação fértil, e um desejo imenso de brincar. O enredo traz um momento de mudança e crescimento para a criança, que aprende a lidar com diversas realidades, principalmente a tristeza e a solidão.

Construir uma fortaleza, imaginar que tudo será possível, se deparar com limites e conflitos, além de afetos desmedidos. Através de criaturas fantásticas, silêncios e diálogos na medida certa, “Onde Vivem Os Monstros” nos leva para um passeio.

Enfim, indico ambos. O primeiro, para rir e refletir. O segundo, para curtir e elaborar.

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