Pai e filho King, as Belas Adormecidas e uma premissa mal aproveitada

Literatura Policial

Por Rodrigo Padrini – Algo que aprendi desde que adquiri o hábito da leitura, é que não precisamos amar todos os livros escritos por um determinado autor. Por mais que pronunciemos aos sete ventos ‘Eu amo o Simenon’ ou ‘Jo Nesbø é o maioral’, algumas histórias não correspondem às nossas expectativas. Estamos falando de um desses casos? Sim, estamos.

Belas Adormecidas (Suma, 2017) é um baita tijolo escrito pelo mestre foda do suspense e do terror Stephen King em parceria com seu filho Owen King. Pai e filho King, nesse caso, trazem até nós a surreal experiência de um dia todas as mulheres do mundo começarem a dormir envoltas em casulos bizarros e simplesmente não acordarem. Uma espécie de ‘doença do sono’ que só afeta as mulheres – em escala mundial, apesar de vivenciarmos apenas a experiência de uma cidadezinha do interior – é a grande premissa do livro.

Mas…

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