Estamos na pele dos nossos detetives

Literatura Policial

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Me lembro de quando era criança e, ainda sem conhecer e ser absorvido pelo advento da tecnologia, brincava com meus amiguinhos e primos de polícia e ladrão. A brincadeira era basicamente o duelo entre duas equipes – os policiais e os ladrões – por meio de esconderijos, armas fictícias e efeitos sonoros gerados por nós mesmos. Crescido, ganhei meu primeiro computador e passei a me dedicar aos jogos de tiro, de estratégia e outros mais. Estávamos ali, cumprindo missões, atirando nos vilões, explodindo coisas e salvando vítimas inocentes.

Sob um olhar psicológico, ao jogarmos ou brincarmos, estamos desempenhando papéis. Saímos por um momento do papel de criança e nos tornamos heróis, detetives, donos de um império, comandantes de guerra e até bandidos profissionais. Simulamos uma realidade coletiva e nos divertimos sendo personagens que talvez nunca existiram ou nunca existirão.

Na leitura que fizemos quando crianças e à qual tanto nos…

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